{"id":2287,"date":"2010-08-27T15:59:20","date_gmt":"2010-08-27T14:59:20","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.funiber.org\/pt\/?p=2287"},"modified":"2010-07-30T16:10:52","modified_gmt":"2010-07-30T15:10:52","slug":"artigo-plataformas-vibratorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.funiber.blog\/pt\/esportes\/2010\/08\/27\/artigo-plataformas-vibratorias","title":{"rendered":"[Artigo] Plataformas vibrat\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/blogs.funiber.org\/esporte\/files\/2010\/07\/plataforma-vibratoria.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-thumbnail wp-image-89\" src=\"http:\/\/blogs.funiber.org\/esporte\/files\/2010\/07\/plataforma-vibratoria-150x150.jpg\" alt=\"plataforma-vibratoria\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a>Segundo algumas vers\u00f5es, o treinamento com est\u00edmulos vibrat\u00f3rios foi explorado de forma mais consistente pelos russos, que usaram este tipo de est\u00edmulo com a finalidade de minimizar os efeitos delet\u00e9rios que a aus\u00eancia de gravidade produz nos ossos e m\u00fasculos dos astronautas. Apesar desse destaque relativamente recente, o uso de vibra\u00e7\u00f5es aparece em relatos da Gr\u00e9cia antiga, quando se usava a vibra\u00e7\u00e3o produzida por estruturas met\u00e1licas para estimular partes espec\u00edficas do corpo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><!--more-->Mais adiante, em torno dos anos 1880s, o criador do Corn Flakes, John Harvey Kellog, usava cadeiras, plataformas e barras vibrat\u00f3rias como parte do seu programa de bem-estar. Em tempos mais recentes, as plataformas vibrat\u00f3rias tornaram-se populares, com a proposta de promover ganhos de for\u00e7a e massa muscular, e chegaram a virar uma febre em alguns lugares do Mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">H\u00e1 dois m\u00e9todos de se realizar o treinamento vibrat\u00f3rio: 1) vibra\u00e7\u00e3o por segmentos, na qual apenas parte do corpo \u00e9 exposta \u00e0s vibra\u00e7\u00f5es e 2) vibra\u00e7\u00e3o de corpo inteiro, na qual o indiv\u00edduo se posiciona sobre uma plataforma vibrat\u00f3ria, podendo ficar parado ou realizar algum tipo de exerc\u00edcio, e todo o corpo \u00e9 submetido ao est\u00edmulo (Wilcock et al., 2009). Nesse texto, trataremos especialmente do segundo caso. Mas, antes de tratar o tema, \u00e9 necess\u00e1rio saber como as vibra\u00e7\u00f5es atuam. As vibra\u00e7\u00f5es produzidas pela plataforma, com mudan\u00e7as de velocidade e dire\u00e7\u00e3o, exp\u00f5em o corpo a uma acelera\u00e7\u00e3o constante, que pode ser determinada pela seguinte f\u00f3rmula (Wilcock et al.,2009):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">? = d(2?f)\u00b2<br \/>\n2g?2<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Onde d = deslocamento promovido pela vibra\u00e7\u00e3o (em metros), f = freq\u00fc\u00eancia de vibra\u00e7\u00f5es (em Hz) e g = gravidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desta forma, pegando emprestado o exemplo de Wilcock et al. (2009) uma pessoa sobre uma plataforma vibrando a uma freq\u00fc\u00eancia de 30Hz e com deslocamento de 6mm estaria submetida a 7,7 vezes a for\u00e7a da gravidade, ou seja, as vibra\u00e7\u00f5es fariam com que o corpo dessa pessoa pesasse quase 8 vezes a mais que o normal, obrigando seus m\u00fasculos a se contra\u00edrem com mais for\u00e7a. No entanto, o autor pede cautela em alguns pontos, para que n\u00e3o se superestime o pontencial das plataformas vibrat\u00f3rias. Um primeiro ponto \u00e9 que em plataformas com piv\u00f4 central, quanto mais perto do centro, menor ser\u00e1 o deslocamento, portanto, menor a acelera\u00e7\u00e3o resultante. Adicionalmente, deve-se ter em mente que a vibra\u00e7\u00e3o atravessa o corpo e vai perdendo for\u00e7a, do contr\u00e1rio seria praticamente imposs\u00edvel fazer sequer um agachamento. Outro aspecto \u00e9 que normalmente a freq\u00fc\u00eancia de vibra\u00e7\u00e3o da plataforma n\u00e3o \u00e9 mantida nos padr\u00f5es pr\u00e9-determinados, a diferen\u00e7a entre a freq\u00fc\u00eancia real e a descrita no aparelho depender\u00e1 do peso do praticante (especialmente se estiver usando sobrecarga). Uma redu\u00e7\u00e3o da ordem de 15-20% na freq\u00fc\u00eancia, por exemplo, levar\u00e1 \u00e0 perda de cerca de um ter\u00e7o da acelera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O aumento da for\u00e7a da gravidade, aliado \u00e0 instabilidade, levam o sistema nervoso central a recrutar mais fibras musculares, o que aumenta a quantidade de m\u00fasculo envolvido no exerc\u00edcio (Bosco et al., 1999; Cardinale &amp; Lim, 2003; Roelants et al., 2006). Dessa forma, existe a suposi\u00e7\u00e3o de que, por recrutar mais unidades motoras, o treinamento em plataformas vibrat\u00f3rias possa favorecer os ganhos de massa muscular, no entanto, n\u00e3o foi poss\u00edvel encontrar nenhum estudo verificando isso na pr\u00e1tica. Al\u00e9m disso, a quest\u00e3o de recrutamento \u00e9 delicada, pois os estudos que encontraram maior recrutamento de unidades motoras com a plataforma vibrat\u00f3ria usaram carga constante (Bosco et al., 1999; Cardinale &amp; Lim, 2003; Roelants et al., 2006), ou seja, a mesma carga foi usada para o exerc\u00edcio realizado com ou sem as vibra\u00e7\u00f5es. Nesse caso, parece \u00f3bvio que o exerc\u00edcio na plataforma promover\u00e1 maior recrutamento de fibras musculares do que o exerc\u00edcio no solo, pois o esfor\u00e7o relativo ser\u00e1 maior. Mas o que poderia ser questionado \u00e9 se haveria diferen\u00e7a no recrutamento para o mesmo esfor\u00e7o relativo, por exemplo, ser\u00e1 que haveria diferen\u00e7a em realizar 6 repeti\u00e7\u00f5es m\u00e1ximas de agachamento dentro e fora da plataforma (lembrando que nesse caso a carga seria maior para o exerc\u00edcio fora da plataforma)?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Com rela\u00e7\u00e3o aos ganhos de for\u00e7a, h\u00e1 a sugest\u00e3o que as vibra\u00e7\u00f5es possam alterar a atividade eletromiogr\u00e1fica em longo prazo, no entanto, os estudos apontam que essas altera\u00e7\u00f5es s\u00f3 acontecem enquanto os est\u00edmulos est\u00e3o sendo aplicados, sem ter nenhum efeito cr\u00f4nico (Colson et al., 2009; Nordlund &amp; Thorstensson, 2007; Wilcock et al., 2009). Diversos estudos apontam que o treinamento com est\u00edmulos vibrat\u00f3rios promovem ganhos de for\u00e7a e pot\u00eancia, especialmente em pessoas n\u00e3o treinadas (Nordlund &amp; Thorstensson, 2007; Rehn et al., 2007; Wilcock et al., 2009). No entanto, n\u00e3o se pode afirmar que este tipo de treino ofere\u00e7a uma vantagem sobre o treino tradicional, pois a maior parte dos estudos mostra que n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as nos ganhos de for\u00e7a entre os treinos realizados com ou sem o uso da plataforma vibrat\u00f3ria (Ahlborg et al., 2006; Delecluse et al., 2003; Delecluse et al., 2005; Nordlund &amp; Thorstensson, 2007; Ronnestad et al., 2004).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Deve-se ter em mente que nem todo tipo de vibra\u00e7\u00e3o tem o mesmo efeito. \u00c9 importante avaliar o sentido a vibra\u00e7\u00e3o, bem como sua freq\u00fc\u00eancia e intensidade. Com rela\u00e7\u00e3o especialmente ao sentido da vibra\u00e7\u00e3o, h\u00e1 possibilidade do movimento ser realizado nos tr\u00eas eixos, no entanto, s\u00f3 \u00e9 recomend\u00e1vel o uso da vibra\u00e7\u00e3o no sentido vertical. Sobre os aspectos pr\u00e1ticos da prescri\u00e7\u00e3o do treinamento, a freq\u00fc\u00eancia sugerida estaria entre 5-65 Hz (Nigg and Wakeling, 2000), sendo que a maior parte das evid\u00eancias aponta para 30Hz como sendo a recomendada para ganhos de for\u00e7a (Wilcock et al., 2009). A amplitude normalmente encontrada varia de 6 a 12mm e o tempo de exposi\u00e7\u00e3o seria apenas o tempo de dura\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio. O tempo de exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 um aspecto importante em termos de seguran\u00e7a, pois as vibra\u00e7\u00f5es t\u00eam a finalidade de aumentar a atividade em m\u00fasculos e exerc\u00edcios espec\u00edficos, portanto, o praticante s\u00f3 dever\u00e1 ficar exposto \u00e0 vibra\u00e7\u00e3o durante o tempo e momento necess\u00e1rios. Aqui cabe ressaltar que a exposi\u00e7\u00e3o exagerada \u00e0 vibra\u00e7\u00e3o pode ter efeitos delet\u00e9rios no organismo, conforme sugerido em estudos com trabalhadores submetidos \u00e0 vibra\u00e7\u00e3o em suas atividades laborais (Bovenzi et al., 2005; Seidel et al.,1986). Al\u00e9m dessas quest\u00f5es metodol\u00f3gicas, quem deseja iniciar um programa de exerc\u00edcios envolvendo est\u00edmulos vibrat\u00f3rios deve ter cautela especial na escolha do equipamento e vale ressaltar que um grave problema com rela\u00e7\u00e3o aos equipamentos \u00e9 o controle de qualidade, pois n\u00e3o h\u00e1 um sistema reconhecido para valid\u00e1-los.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Concluindo, o treinamento em plataformas vibrat\u00f3rias parece produzir efeitos positivos no sistema neuromuscular, mas aparentemente os resultados n\u00e3o s\u00e3o superiores aos produzidos pelo treinamento tradicional. Dessa forma, este tipo de treinamento deve ser visto como uma varia\u00e7\u00e3o e n\u00e3o como uma solu\u00e7\u00e3o definitiva nem como uma substitui\u00e7\u00e3o ao treinamento tradicional. Nesse sentido, uma caracter\u00edstica interessante do treinamento vibrat\u00f3rio \u00e9 que ele usa cargas relativamente baixas em compara\u00e7\u00e3o com o treino convencional. Portanto, ele pode ser usado como em situa\u00e7\u00f5es durantes as quais se deseja produzir um est\u00edmulo neuromuscular elevado sem sobrecarregar as estruturas \u00f3sseas e articulares, como nos per\u00edodos de reabilita\u00e7\u00e3o ou les\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mas mesmo nesse caso a quest\u00e3o deve ser analisada por cautela, pois a acelera\u00e7\u00e3o produzida tamb\u00e9m poder\u00e1 gerar uma sobrecarga adicional nessas estruturas, o que deve ser levado em conta. Por fim, como qualquer sistema de treinamento, \u00e9 importante que o treinamento em plataformas vibrat\u00f3rias tenha suas vari\u00e1veis adequadamente controladas, seja prescrito por um profissional competente e realizado em equipamentos adequados, para garantir os resultados e preservar a sa\u00fade dos praticantes.<\/p>\n<p>FONTE: Prof. Paulo Gentil via Portal GEASE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo algumas vers\u00f5es, o treinamento com est\u00edmulos vibrat\u00f3rios foi explorado de forma mais consistente pelos russos, que usaram este tipo de est\u00edmulo com a finalidade de minimizar os efeitos delet\u00e9rios que a aus\u00eancia de gravidade produz nos ossos e m\u00fasculos dos astronautas. 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