Museus implementam realidade virtual e aumentada em suas salas
O Museu de Arte de Cleveland implementou a tecnologia de realidade virtual para melhorar as experiências de seus usuários. Com uma pared ArtLens, os visitantes podem interagir com as galerias e gerar novas experiências Uma vez que os usuários estão dentro do Museu de Arte de Cleveland, observam uma pared ArtLens (cristal MicroTile), uma tela de toque de 40 pés de altura que exibe mosaicos que representam a coleção permanente do museu. A cada 40 segundos, a parede muda as categorias das exposições agrupadas pelo material, período ou técnica e desta maneira os espectadores podem navegar e ampliar a informação que desejarem. Ler mais
Desafios para a realidade virtual em classe
O desenvolvimento da realidade virtual como prática de aprendizagem oferece muitas vantagens como recurso educativo, mas sua implantação ainda apresenta desafios Cada vez escutamos mais falar de aplicações da realidade virtual nas escolas. É verdade que há muitas expectativas em quanto às possibilidades educativas desta nova tecnologia para o aprendizado. Mas ainda nos encontramos longe de que esta prática se torne uma realidade no dia-a-dia escolar. Ler mais
Reaparecem os óculos de realidade virtual
Em 2014, a Google lançou seus óculos virtuais e os retirou do mercado pouco depois de cumprir um ano, agora reaparecem como uma proposta nova dirigida a outro público alvo Os óculos de realidade virtual criados pela Alphabet (a casa matriz da Google) foram batizados como “Google glass” em 2014 e comercializados como uma versão “Explorer” a um custo de 1.500 dólares. Atualmente, reapareceram no mercado com o nome “Glass Enterprise Edition”. Ler mais
Realidade virtual ajuda a pacientes com lesões motoras
Na Espanha é aplicada uma técnica de reabilitação por meio de óculos de realidade virtual (RV) para ajudar na aceleração e na recuperação de pacientes com lesões motoras Com base na realidade virtual (RV), tem sido descoberta uma nova técnica que graças ao uso de óculos específicos, os pacientes com lesões motoras poderão “enganar ao cérebro” e recuperar o movimento em menos tempo. Ler mais
