Atividade humana contribui para o aumento do nível do mar
O uso da água doce superficial e a água do subsolo sem um planejamento adequado é uma prática que contribui para aumentar o nível do mar. Uma equipe de cientistas da Universidade de Tóquio publicou, na revista Nature, um relatório que identifica atividades humanas como a construção de reservatórios, o uso não sustentável de águas superficiais e outras mudanças no fluxo e armazenamento de água como causa de um aumento no nível do mar em 0,77 mm ao ano entre 1961 e 2003, equivalente a 42% do total. Ler mais
Um quilograma de carne polui tanto como conduzir um automóvel por 1.600 quilômetros
Ao comer um quilo de carne, você libera na atmosfera 335 gramas de dióxido de carbono (CO2). Uma pesquisa recente demonstra que alguns países emitem uma grande quantidade de poluentes no processo de produção de carne. As cifras acima indicadas correspondem ao Brasil, mas, de acordo com a pesquisa realizada por Kurt Schmidinger e Elke Stehfest, inclusive em países como a Holanda, consumir um quilo de carne seria equivalente a liberar 22 quilos de CO2 ou percorrer 111 quilômetros de carro. Ler mais
Cúpula da Terra Rio+20 em junho
De 20 a 22 de junho deste ano, será celebrado no Rio de Janeiro, Brasil, a Conferência sobre desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (UNCSD). Milhares de representantes de setores de governo, ONGs, empresas do setor privado, ativistas pelo meio ambiente e muitos outros grupos se reunirão para compartilhar suas propostas para reduzir a pobreza, obter uma maior igualdade social e assegurar o proteção do meio ambiente a longo prazo. A conferência estará focada em dois temas: uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável, que busca erradicar a pobreza e, por outro lado, gerar uma plataforma institucional para apoiar o desenvolvimento sustentável. Mas nem todos estão de acordo com os temas. Da Venezuela, chegará uma delegação para rebater a proposta de “economia verde”. Ler mais
Greenpeace protesta por cemitério nuclear na Espanha
Na Espanha, aprovou-se a construção de um Depósito Temporário Centralizado (DTC) para armazenar combustível nuclear gasto e resíduos radioativos de alta atividade durante 60 anos, na província de Cuenca. Os ativistas do Greenpeace protestaram colocando um enorme cartaz escrito: “Não ao cemitério nuclear”. Horas mais tarde, os defensores do meio ambiente indicaram aos meios de comunicação que a solução menos danosa para o tratamento dos resíduos nucleares seria a construção de um Depósito Temporário Individualizado (DTI), na mesma central nuclear que gerou os resíduos. Os especialistas da ONG ambientalista consideram que construindo um DTI poderia evitar-se o vazamento do perigoso material radioativo. Ler mais
