Código florestal: Vamos subir o nível do debate?
André Lima - IPAM Alimento é bem ambiental, pois não tem soja, nem gado, sem água, sem ar, sem solo. Portanto, sem recursos ambientais necessários para a toda vida no Planeta e não apenas para os seres humanos. Quando consumimos carne ou derivados de soja, consumimos bens ambientais, água, nutrientes do solo e por ai vai. Em outras palavras, produtor rural não é produtor de alimentos, é produtor de bens ambientais. Os que além disso conservam água, solo, biodiversidade, carbono são também fornecedores de serviços ambientais. Então produtor rural é provedor de bens e serviços ambientais. Ler mais
Crise alimentar: Fracasso anunciado
EcoDebate, retirado de IHU On-line Crise alimentar e climática Crise alimentar A fome é obscena Por que tantos passam fome? Plantar o que, para quê e para quem? A fome e o caso brasileiro Ler mais
Laboratório nas florestas do vizinho
Gustavo Faleiros - O Eco Foto: Gustavo Faleiros O presidente da Guiana, Bharrat Jadgeo, é um líder carísmático. Eleito por votação democrática em 1999, ele continua a vencer eleições e liderar esta antiga colônia britânica de 752 mil habitantes, cuja a pequena economia depende basicamente de exportações de commodities agrícolas e minerais. Embora muitos não saibam a localização da pequena Guiana no mapa, Jagdeo está se tornando famoso em todo mundo por apostar suas fichas em algo que pode soar pura utopia: florestas tropicais. Ler mais
Mudanças climáticas aumentam incidência de raios para próximas décadas
Lara Cardoso - Com Ciência Um planeta com mais raios é o que a humanidade terá de enfrentar em um futuro próximo. Isso é o que sugere o livro Lightning in the tropics: from a source of fire to a monitoring system of climatic changes (Os raios nos trópicos: de uma fonte de fogo a um sistema de monitoramento de mudanças climáticas), lançado agora em novembro pela Nova Science Publishers, de Nova York, nos Estados Unidos. “A tendência global de crescimento na frequência de raios ocorrerá, fundamentalmente, devido ao aumento de temperatura provocado pela maior concentração de gases de efeito estufa na atmosfera”, afirma Osmar Pinto Junior, autor do livro e coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Além do aumento no número de incidência de descargas atmosféricas, a distribuição geográfica do fenômeno também sofrerá alterações. Ler mais
