A Educação Ambiental no século 21: Retrospectivas e Perspectivas
Roosevelt S. Fernantes - EcoDebate Em artigo recente do Prof. Prakki Satyamurty – ex Presidente da Sociedade Brasileira de Meteorologia – o autor enfatiza a necessidade de mudanças profundas no processo de definição das alternativas propostas para a reversão dos efeitos das mudanças climáticas. Segundo tese defendida pelo autor do artigo, o princípio do desenvolvimento sustentável não é mais o caminho único para enfrentar as mudanças climáticas, tornando-se inevitável a redução drástica do consumo de recursos naturais e um eficaz programa de controle da natalidade. Ou seja, segundo o pesquisador, já passamos da fase do “desenvolvimento” sustentável; a hora agora é do “consumo” sustentável. Ler mais
Brasil tem uma das melhores leis de direitos indígenas, mas não consegue consolidá-la
Bruno Calixto, em Amazonia.org.br Com a Constituição de 1988, a adoção da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a declaração dos direitos dos povos indígenas da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil passou a ser o País com uma das melhores leis de defesa dos direitos indígenas. Apesar disso, os poderes Executivo e Legislativo não conseguem consolidar essa regulamentação. É o que constata Marcos Terena, líder indígena e um dos fundadores do primeiro movimento indígena do Brasil, em 1979. Ler mais
O Brasil está entre os 10 países que mais desperdiçam comida no mundo
Fonte: Reportagem de Débora Carvalho para a Revista Desafios. Ed. Set./Out. 2009 (retirado de IHU Online) O investimento em tecnologia de ponta nas últimas décadas colocou o Brasil entre os países mais competitivos do agronegócio no mercado internacional, mas não foi suficiente para acabar com um problema básico: o desperdício de alimentos ao longo da cadeia produtiva. Ler mais
Faltam pesquisas sobre adaptação
Cristiane Prizibisczki - O Eco A adaptação às mudanças climáticas em países de todo mundo, principalmente os subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, vítimas dos maiores impactos, ainda é colocada em segundo plano nas discussões internacionais do clima. Essa é a conclusão de um seleto grupo de pesquisadores, reunidos desde a manhã do dia 4 no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em São José dos Campos, interior de São Paulo. Esta é a primeira vez que os emergentes se unem para clarificar quais são as pesquisas que ainda precisam ser feitas e prioridades no tema de adaptação. Cerca de 30 nações estão representadas, entre elas Vietnã, Botsuana (África), Fiji (Oceania), Colômbia, Chile e Brasil. Ler mais
