Quem ensina os adolescentes tutelados a usar a internet?
Thomas André Prola, professor e pesquisador em Tecnologias na Educação na Universidade Europeia do Atlântico (UNEATLANTICO), parte da rede FUNIBER, e também vinculado à Universidade de Barcelona, aborda um tema crítico em seu recente artigo: a falta de preparação dos… Ler mais
Obesidade e envelhecimento biológico: o excesso de peso acelera o processo de envelhecimento?
A obesidade não só aumenta o risco de doenças crónicas, como também pode «acelerar» a biologia do envelhecimento. Um estudo recente publicado na JAMA Network Open analisou adultos jovens e descobriu que a exposição prolongada à obesidade está associada a uma idade epigenética superior à cronológica, encurtamento dos telómeros e inflamação sistémica. Essas descobertas sugerem que manter o excesso de peso durante anos pode antecipar o aparecimento de alterações típicas do envelhecimento e precipitar problemas de saúde em idades mais precoces. Ler mais
Mensagens ocultas em pesquisas: o dilema ético da IA na revisão científica
No mundo acadêmico, a inteligência artificial (IA) começou a desempenhar um papel fundamental na revisão de artigos científicos. No entanto, descobertas recentes revelaram que alguns pesquisadores estão usando técnicas questionáveis para influenciar as revisões realizadas por sistemas de IA, o… Ler mais
Cancro da pele em idosos: como evolui a sua incidência global e o que esperar até 2050
O cancro da pele é o tipo de cancro mais frequente a nível mundial e é classificado em melanoma cutâneo e cancro de queratinócitos, sendo que o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular concentram a maior incidência clínica e epidemiológica. O seu tratamento implica um custo sanitário significativo, especialmente em países de rendimento elevado. Paralelamente, o envelhecimento da população deslocou o perfil epidemiológico para um maior peso das doenças crónicas, e o cancro de pele não é exceção. Estudos recentes com dados globais revelam que a incidência em pessoas com 65 anos ou mais tem crescido de forma sustentada, com diferenças marcantes por sexo, região geográfica e nível sociodemográfico. Compreender os padrões espaciais e temporais mais atuais é fundamental para orientar políticas, otimizar a prevenção e antecipar as necessidades de assistência até 2050. Ler mais
