Aconselhamento nutricional individual após gastrectomia total: fundamental para a qualidade de vida
O desafio nutricional do cancro gástrico e da gastrectomia total O cancro gástrico está entre os tumores mais frequentes no mundo e é uma das principais causas de morte por cancro. Em muitos casos, a opção terapêutica mais eficaz é… Ler mais
Obesidade infantil e adolescente: um desafio global que ultrapassa pela primeira vez o baixo peso
Mudanças alarmantes no mapa nutricional mundial O panorama nutricional mundial sofreu uma reviravolta preocupante nas últimas décadas. Pela primeira vez desde que se têm registos sistemáticos, o número de crianças e adolescentes com obesidade ultrapassa o número daqueles com baixo… Ler mais
Probióticos e saúde digestiva infantil: o que dizem as evidências sobre o seu papel na prevenção e tratamento da diarreia e da obstipação
Os probióticos consolidaram-se como uma das intervenções mais estudadas para apoiar a saúde intestinal. Uma nova análise de alto nível publicada na revista Frontiers in Nutrition oferece uma visão integrada sobre o seu papel na prevenção e tratamento da diarreia e da obstipação na população pediátrica. Este estudo, que sintetiza revisões sistemáticas e meta-análises, ajuda a esclarecer discrepâncias anteriores e a orientar decisões clínicas com base nas melhores evidências disponíveis. Ler mais
Hipertensão arterial não controlada: mais de mil milhões de pessoas em risco, segundo a OMS
A hipertensão arterial continua a ser uma ameaça silenciosa para a saúde global. De acordo com o segundo relatório mundial sobre hipertensão da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2024 havia 1,4 mil milhões de pessoas a viver com pressão arterial elevada e apenas uma em cada cinco tinha a pressão sob controlo através de tratamento e alterações nos fatores de risco. O documento, apresentado durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, alerta que, nos países de rendimento elevado, foram alcançados progressos no controlo da hipertensão, mas que estes são insuficientes. Sem medidas urgentes, continuarão a ocorrer mortes evitáveis e perdas económicas no tratamento das consequências da hipertensão para os países com menos recursos. Ler mais
