Riscos e desafios do treino com restrição do fluxo sanguíneo
Em que consiste o treino com restrição do fluxo sanguíneo? O treino com restrição do fluxo sanguíneo, conhecido como BFR pela sua sigla em inglês, é uma técnica que utiliza bandas ou manguitos pneumáticos colocados à volta das extremidades para… Ler mais
Obesidade infantil e adolescente: um desafio global que ultrapassa pela primeira vez o baixo peso
Mudanças alarmantes no mapa nutricional mundial O panorama nutricional mundial sofreu uma reviravolta preocupante nas últimas décadas. Pela primeira vez desde que se têm registos sistemáticos, o número de crianças e adolescentes com obesidade ultrapassa o número daqueles com baixo… Ler mais
Ciclo menstrual e desempenho desportivo: como os sintomas, o humor e a cognição se relacionam em mulheres atletas?
A crescente profissionalização do desporto feminino está a suscitar questões essenciais sobre como o ciclo menstrual pode influenciar o desempenho. Um estudo recente publicado na revista Sports Medicine Open analisou detalhadamente a relação entre as fases do ciclo, o nível de participação desportiva e o desempenho em domínios cognitivos ligados ao desporto. As suas conclusões, além de desmistificarem ideias generalizadas sobre a menstruação, indicam que o grau de atividade física explica mais variação cognitiva do que a própria fase do ciclo. Ler mais
Hipertensão arterial não controlada: mais de mil milhões de pessoas em risco, segundo a OMS
A hipertensão arterial continua a ser uma ameaça silenciosa para a saúde global. De acordo com o segundo relatório mundial sobre hipertensão da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2024 havia 1,4 mil milhões de pessoas a viver com pressão arterial elevada e apenas uma em cada cinco tinha a pressão sob controlo através de tratamento e alterações nos fatores de risco. O documento, apresentado durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, alerta que, nos países de rendimento elevado, foram alcançados progressos no controlo da hipertensão, mas que estes são insuficientes. Sem medidas urgentes, continuarão a ocorrer mortes evitáveis e perdas económicas no tratamento das consequências da hipertensão para os países com menos recursos. Ler mais
